Arquivo de etiquetas: Literatura

Mateus 7.6 – XVIII

XVIII   Reconciliar, amor, o corpo com o derramamento do mundo é  aprender a morrer, superar o ciúme e a posse da pobreza.   Quantos dias são necessários viver no jugo (amor) sem fixar  nenhuma planície ou o teu nome? … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XI

XI   Não me leves a sério, amor, quando escrevo palavras gastas e  usadas. Não, não me leves a sério, amor. Serei eu cínica  amadora nesta arte de amar por predestinação, sortilégio de  uma espécie empacotada? Não, amor, não me … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – V

V   Temor, amor, é o que sinto despojada de ti, é não saber de que são feitas as tuas lágrimas ou se choras ou em que pensas quando adormeces ou se ris quando estás só.   Temor, amor, é … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – IV

IV   Sei apenas, amor, que o tempo pára imóvel e o espaço abre  em lume a tua presença, quando – só – amor, espero esse lume,  nada mais.   Mas, é com um cuidado atento que desço uma máscara, … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – III

III   Acordo, amor, sem urgência para que a noite caia novamente. E o dia começa a doer enquanto aguardo impotente que passes  desprendido e dos teus lábios a voz se forme som disparado de  encontro a mim, amor.   … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – II

II   Quando saio, amor, à tua procura, é um mundo visivelmente  novo que anseio. (Só tu me retiras do meu recolhimento e me  abres secretamente o desconhecido.). Saio todos os dias e todas  as noites, amor, sabendo que não … Continuar a ler

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Primeiro Corpo ~ Veios

27.   Entre a flecha e o alvo habitam os corvos, as mão que tecem teias, as vozes desnorteadas dos afogados.   Por isso, a flecha perscruta no alvo a segura estadia de iluminados olhos.

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