Arquivo de etiquetas: Poesia

Mateus 7.6 – XXIV

XXIV   Malograr, amor, é tão excêntrico, neste ser-te. Porque não te  descuidas? Eu que dos meus olhos exclui o mundo para que  possas reflectir a minha sombra segurando-me os ombros,  também me perdi sem contenda na ruptura.   Só … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXIII

XXIII   Ato ao meu desejo o teu corpo, amor. Ato amor ao desejo, ao  meu corpo. Acto (amor) és tu. Ato-me a ti, de desejo  comovida. E tu?  Como me desprendes de ti?  Talvez incêndio ou morte de ti, de … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XVIII

XVIII   Reconciliar, amor, o corpo com o derramamento do mundo é  aprender a morrer, superar o ciúme e a posse da pobreza.   Quantos dias são necessários viver no jugo (amor) sem fixar  nenhuma planície ou o teu nome? … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XVII

XVII   Para sempre, amor, é uma oração alheia ao humano  perecimento. Mas há quem nos seus lábios a tenha escrito,  quando beija, a meio de uma enfermidade (amor) que vai  acariciando como se esta lhe fosse estranha.   Para … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XVI

XVI   Quando profundamente me emocionei, amor, diante de mim,  sabiamente, assisti à imagem devorando-me, enquanto  celebravas, sublime, outra música estrangeira ou desconhecida,  sem pessoal curiosidade.   Por entre muitas vozes, desconexa – (amor)– de mim vai ficar a  perturbação … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XV

XV   Deslumbrada, amor, fico mistério que não desvendas renúncia  ou sacrifício. E na minha festa muitos serão os convidados,  porque abrir os olhos, amor, é tão bárbaro como fechá-los; são  as duas formas acidentadas de cair incautamente.   Mas … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XIV

XIV   Quebrada, amor, vou forjando uma nova forma de pesar o  desperdício, sabendo que não compreendes esta feição absurda  de seres possível face que adormece domicílio (amor), sem  culpa ou desespero por entre a minha mesa insaciável.   Sem … Continuar a ler

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