Arquivo de etiquetas: Solidão

Respigar – O que foi que eu fiz noite

sob o sol soletra:
só tu sobrevives à solene solitude,
dentro do golpe – aberto e limpo –
só tu saberás o poder; Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXVIII

XXVIII   Exausta da minha solidão, amor, vou olhando para os espelhos,  e furtivo (amor) é o bater de asas das borboletas, quando  morcego te aproximas para um jantar, por entre licores e a  pobre música do acaso.   Uivando, … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XXV

XXV   Não sei de que se faz a indiferença, amor, como podes trazer- -me dentro sem que não te ilumines, sem que não te censures  perversamente, sem que não saibas quando te olho: vou  morrendo como uma pedra insensível … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XX

XX   Nem eu , amor, suspeitei que a fuga nos franquearia o poder de  nos exilarmos em sossego, excedendo-nos força e atrito que  impede a emoção de não consumar o simples. Como é saber  fugir ignorando?   E quanto … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XIV

XIV   Quebrada, amor, vou forjando uma nova forma de pesar o  desperdício, sabendo que não compreendes esta feição absurda  de seres possível face que adormece domicílio (amor), sem  culpa ou desespero por entre a minha mesa insaciável.   Sem … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XIII

XIII   Vencida, amor, no soturno tempo desmedido à espera da pausa – de ti – sem indício abrindo feridas raras. Abarcar, amor, cada  noite podendo ser tão diferente, mas por dentro há uma âncora  que persiste alagando-me sem poder … Continuar a ler

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Mateus 7.6 – XII

XII   Para não chorar, amor, imagino a tua mão vencendo a  superfície da sombra. Para não sofrer, amor, imagino o teu  corpo desejando. Para não desesperar, amor, imagino  bruscamente uma lágrima ruindo no meu rumor, adormecido  por entre o … Continuar a ler

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